Blog do Folhateen
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Segunda, 8/1, no Folhateen

Ilustração: Julia Bax
Cidade em Quadrinhos

O repórter do Folhateen foi até a França para escrever uma história em quadrinhos com a ilustradora Julia Bax sobre o Festival Internacional de HQs de Angoulême.

Aos Vivos
Confira a nova leva de CDs e DVDs ao vivo e veja quais artistas se garantem no palco. Tem Metallica, Jack Johnson, Blur, Parangolé e Paul McCartney.

Mães de Improviso
Os dramas das mães adolescentes em “Teen Mom”, reality que faz sucesso nos EUA e continua a saga de “Grávida aos 16

Ronaldo Lemos
Explica porque os jogos de celular mais populares do mundo – como as versões de Rolando, Bejeweled e SimCity – não chegam ao Brasil

Jairo Bouer
Recomenda carnaval com camisinha e convidas os leitores a distribuí-las voluntariamente em intervenção da ONG Pela Vidda em São Paulo

Álvaro Pereira Junior
Vai ao Acre, lembra do BRock dos 1980 e se pergunta: a internet acabou mesmo com o isolamento de quem mora longe dos grandes centros?

02 Neurônio
As meninas refletem sobre o caso “Tessália no edredon” e o conteúdo visionário de algumas marchinhas de carnaval

Allan Sieber
Traz sugestões de fantasias rápidas para o Carnaval

Escrito por Tarso Araujo às 20h34

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Seeeeeeeeeeee-gaaa!

Quem teve Mega-Drive, na década de 90, e não é apaixonado pela abertura dos jogos do Sonic? Mas só dos antigões, né? As versões em 3D não empolgaram, como as em 2D.

Para os saudosos, uma boa notícia: vai rolar um "Sonic 4" com imagem em 3D, ok, mas jogabilidade em 2D. Para Wii, XBox 360 e Playstation 3. Veja o trailer:

 

Escrito por Diogo Bercito às 10h44

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Qual a coisa mais bizarra que já aconteceu com sua banda?

Confira o que responderam os artistas das bandas Stevens, Restart e Hori.

Cão bravo
“A gente gravava num estúdio no Sumaré [zona oeste de São Paulo] e, voltando para casa, tinha um caminho com uns casarões bonitos. Um dia, resolvemos mudar o caminho e, do nada, a apareceu um pastor alemão. Mas só a cabeça dele. Ficamos os quatro tremendo, porque para passar tinha que descer uma escadinha por ali. De repente o cachorro saiu inteiro do muro, ficou andando sobre ele que nem um gato, latindo muito. Quando olhei para o lado, os caras já estavam do outro lado da rua correndo de medo.”
Ricco, 19, guitarra e voz do Stevens

 

A banda Restart. Crédito: Letícia Moreira/Folha ImagemTombo de encerramento
“No primeiro show de rádio que a gente fez, a casa tava lotada e a gente supernervoso. A última música que a gente tocaria foi recomeçar. Aí o Pe Lanza tem um pulo característico para a parte instrumental da música, que ele vem correndo de uma ponta a outra do palco, chuta o ar e dá um pulo com as duas pernas. No que ele foi correr, escorregou e deu um voleio em dois microfones. Ele ficou todo vermelho de vergonha. Seis meses depois, a gente tocou em outro show da mesma rádio e ‘Recomeçar’ seria a primeira musica. Antes, a gente lembrou do outro show e ficou rindo. No começo do show, tava o Pe no chão de novo: ele foi dar o mesmo pulo e caiu do mesmo jeito, na mesma música.”
Pe Lu, 18, vocalista do Restart.

 

A banda Hori. Crédito: Caio Paifer/DivulgaçãoBarbeiragem
“Indo tocar em Águas de Lindoia, o cara dormiu no volante e encarrilhou em cima da mureta que separava as duas mãos da estrada. Ficou todo mundo com medo e pensamos que não estava no clima de tocar lá. Batemos às 2h e esperamos outro ônibus até as 6h. Depois ligamos para o empresário e ele mandou: “cala a boca e vai lá fazer o show”. E lá fomos nós. O show foi num concurso de Miss Brasil Teen e acabou desestressando o pessoal.”
Xande, 26, baterista da Hori.

 

Escrito por Tarso Araujo às 17h53

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Teen Beatles

Grande foto, que eu vi aqui.

Da esq. para a dir., George Harrison, 14, John Lennon, 16, e Paul McCartney, 15. Os Beatles em 1957.

Escrito por Marco Aurélio às 16h07

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Segunda, no Folhateen

Festa da banda larga - O caderno acampou na Campus Party, maior encontro de amantes de tecnologia do país. Viu computadores assustadores, "flashmobs", videogame em TV gigante, filas e barracas armadas (mas não viu paquera)

Ronaldo Lemos - A Campus Party passa a ser levada a sério pela política

Senhora do anel - Vai no show da Beyoncé? Aprenda, passo a passo, a coreografia de "Single Ladies (Put a Ring on It)"

Mayra Dias Gomes - As Runaways foram uma das bandas de rock feminino mais legal da história. Agora, viram filme com beijo entre Kristen Stewart e Dakota Fanning

Monstro de estimação - O Folhateen viu uma hora de "Como Treinar o Seu Dragão", nova animação da Dreamworks ("Shrek", "Madagascar"), e conta qual é.

Jairo Bouer - Tem leitor que ainda acha que camisinha é só para a hora dos "finalmentes". Tsc, tsc, tsc...

Eles querem mais - Conheça a Catch Side, banda que vendeu até seus tênis para emplacar, e agora quer produzir muito durante o sucesso

Escuta aqui - Morreu JD Salinger, escritor de "O Apanhador no Campo de Centeio". O que Álvaro Pereira Júnior acha do livro?

 

Escrito por Equipe do Folhateen às 21h00

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Jantar na Campus Party

 

Depois de um passeio, era hora de conhecer uma das coisas mais importantes a bóia. Paguei R$ 165 para comer aqui todo dia e estava curioso. A moça canta a regra quando lhe passa o prato: “Pode pegar quanto quiser, mas não pode repetir”.

Era a senha para os “pratos montanha”. Tinha de tudo: saladas, arroz, feijão, macarrão, ravióli, lingüiça, carne. Peguei tudo, mas pouco de cada.

Sentei numa mesinha apertada com dois estudantes de Sistemas de Informação de uma faculdade em Itajubá (MG).

Um deles, de Taubaté (SP), tinha o prato cheio como o meu. O do outro, carioca, tinha o dobro de comida. Tirei até foto do PF.

Que internet que nada

Era a primeira vez dos meus dois colegas de almoço na Campus Party, mas como geeks em tempo integral que eles são, sabiam que o grande lance aqui não seria a internet de 10 GB de velocidade. E sim a intranet. Victor Hugo França, o carioca, me explicou o porquê.

A internet depende da velocidade do servidor de onde puxamos os dados, o que pode anular a nossa velocidade de download supostamente alta.

Já a intranet não tem esse problema. E como cada campuseiro vem para cá com seus petabytes de filmes, jogos, filmes etc para colocar na roda, o compartilhamento rende bastante. “Eu trouxe 1,5 terabytes (1.500 gigabytes) de HD livre para encher”, disse França.

Minha maquineta estava com míseros 39 Gb livres. Fiquei quietinho pra não dar vexame.

 

Escrito por Tarso Araujo às 19h48

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O “campus”

Confesso que fiquei empolgado na primeira vez que entrei na área do Campus. E olha que eu nem sou apaixonado por computadores e internet.

Mas a visão era interessante: um galpão do tamanho de uns dois campos de futebol preenchido com dezenas de metros de bancadas brancas, cada uma com dois cabos de conexão à internet por metro.

Pois é, a Campus Party é basicamente uma gigaLAN house.

Escrito por Tarso Araujo às 17h35

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A primeira (de muitas) filas

O primeiro dia de Campus Party 2010 (25/1) é dedicado apenas ao credenciamento, acampamento e montagem dos equipamentos, a partir das 12h.

Cheguei pouco depois das 15h para fugir do primeiro fluxo de geeks ansiosos e me dei bem. Levei apenas uma hora e meia desde que entrei na fila até passar o cadeado na minha barraca.

Depois soube que quem chegou às 12h levou até três horas só para pegar crachá.

O processo incluía: pegar minha própria credencial, credenciar o computador e participar de uma espécie de gincana para pegar sua barraca.

Uma barraca pra chamar de sua


Ao
lado do Campus, existe um galpão enorme com Era preciso achar uma vazia, no meio de umas 2.000 barracas, anotar o número dela e trazer para a organização credenciar.

 

O problema é que todas as barracas que ainda estavam vazias não tinham número... O jeito foi cada um passar o cadeado na porta da sua e cadastrar sem número.

Fiquei pensando como a gincana vai ficar emocionante para os últimos que chegarem. Imagina que dureza achar uma barraca vazia quando restarem apenas umas 15 no meio de 2.000.

Escrito por Tarso Araujo às 17h24

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Uma semana geek

O.K. Lá vou eu passar uma semana no meio dos geeks. Haja banda larga para compensar o abandono do conforto do lar.

A promessa é de 10 Gb de conexão, oficinas bacanas e palestras iradas.

PS: Pois é, ninguém prometeu festa. Acho que, para a turma, 10 Gb já é uma festa por si só.

Escrito por Tarso Araujo às 17h19

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Eu vivi uma adolescência cadeirante


Jairo Marques, 35, é chefe de reportagem da Agência Folha
e escreve o blog
Assim Como Você (Foto Reprodução)

Demorou para que eu conseguisse entender o que se passava ao meu redor durante os anos em que eu começava a sentir o poder do som do Metallica, a dar atenção às manifestações mais assanhadas dos meus hormônios e a querer experimentar o sabor de beijar na boca.

Da infância rodeada de amigos, me vi adolescente meio que "abandonado", um ser esquisito numa cadeira de rodas.

E não foi fácil tolerar o fato de que o ser "diferente" e relativamente "dependente" tem poucas chances de se dar bem na adolescência, período em que o espírito de aventura se aguça em todo o mundo e em que ser descolado tem pouco a ver com muletas, cão-guia, aparelho no ouvido, rodas e pneus.

Aos poucos, percebi que, para chamar a atenção da mulherada, eu tinha de dar um tempo e me "preparar" para o futuro.

Nele, ser "descolado" teria menos relevância do que ser um cara que curte a vida e que sabe contar boas histórias.

Isso não quer dizer que eu tenha me trancafiado, com vergonha de minha condição física. Superar é quase um sobrenome de quem tem alguma deficiência.

Então, a bordo da minha cadeira, reinventei amigos de fato amigos, firmei a ideia de que minhas pernas finas tinham lá o seu charme e curti um bocado de rock.

Escrito por Equipe do Folhateen às 15h12

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Apesar dos limites

DIOGO BERCITO
DA REPORTAGEM LOCAL

Por conta de complicações em seu nascimento (aos prematuros seis meses de gestação), Elisa Moreira, 13, hoje caminha com dificuldade.

Mas a muleta, que a garota deveria usar para andar, ela deixa em casa. "Prefiro ir segurando nas paredes", explica. Assim, afirma, evita passar vergonha. "Já tiraram sarro."

Esse tipo de vexação faz parte da história de Elisa e também da vida de outros jovens que lidam com deficiências físicas, além de enfrentar as complicações típicas dessa idade.

Nesse momento, estímulos ajudam a superar preconceito e vergonha, segundo Ana Maria Barbosa, coordenadora da Rede Saci, de apoio a deficientes. "O jovem precisa se reconhecer como alguém capaz", diz.

Foi como quando Elisa, que faz fisioterapia desde pequena, começou a nadar. Hoje, tomou fôlego e quer competir. "No caso dela, o esporte deu mais resultado do que a psicologia", explica Telma Previatto, fisioterapeuta da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) e responsável pelo tratamento da garota.


A atriz Vanessa Romanelli (Foto Letícia Moreira/Folha Imagem) 

Cadeirante e atriz
Esse impulso Vanessa Romanelli, 24, encontrou nos palcos. Atriz dos Menestréis Cadeirantes, trupe formada apenas por quem anda de cadeira de rodas, a garota já esteve em cinco musicais nos últimos quatro anos. Devido a uma atrofia espinhal, não pode caminhar.

Vanessa faz fisioterapia desde os cinco anos. "Hoje, consigo empinar a cadeira!", comemora. E ri ao contar causos de suas primeiras noitadas.

Uma vez passou por cima do pé de alguém e ouviu: "Onde é que já se viu vir de cadeira de rodas para a balada?". "Queriam que eu fosse como, levitando?", brinca a atriz.

Por mais que seja independente para dançar sozinha ("Vou para o meio da pista, sou cara de pau"), Vanessa nem sempre foi convidada para sair.

"Na época do colégio, minhas amigas iam ao shopping e não me chamavam, talvez porque eu precisasse de alguma ajuda", conta. "Eram amigas para todas as horas, menos para essa."

Geisa Vieira, 18, é outra que gosta de sair de casa. Atleta do time de basquete Magic Wheels (rodas mágicas, em inglês), se junta aos colegas de quadra na hora de passear. Atropelada aos cinco anos, teve de amputar a perna direita.

"Acho que há uma certa admiração por causa do basquete, tipo ‘poxa, essa menina está superando obstáculos’", diz. "Mas não adiantaria ficar sofrendo."

Lutando por respeito
A sensação descrita pela garota é semelhante à de Mateus dos Santos, 17, que treina judô.

"O pessoal me respeita por conta do esporte", diz. No ano passado, ficou em terceiro lugar no mundial da modalidade para cegos, perdeu a visão aos seis anos, por causa genética.

Entre suas dificuldades de adaptação estão os estudos. Aluno de escola estadual, diz que, por falta de material adequado, ainda está no segundo colegial, quando, por sua idade, deveria estar no terceiro.

No quesito vida amorosa, porém, não fica para trás. "Já namorei, é lógico." As antigas parceiras não eram deficientes.

Hoje, o garoto está solteiro, assim como Luís da Silva, 24. Com paralisia nas pernas e dificuldade para movimentar o braço direito, o garoto vê em sua deficiência uma das razões pelas quais deu seu primeiro beijo apenas no ano passado, mais tarde do que seus amigos.

"Há menos interesse sexual por mim", diz, lamentando que nem todos saibam que suas limitações não impedem a ereção. Além disso, diz que, por ser deficiente, passou muito tempo com medo de levar um fora.

"Mas tem de tentar, como todo o mundo", aconselha.

Ajuda
Thalita Abreu, 21, não só namora como conta com a ajuda de seu namorado para passear. Tetraplégica, não move nada do pescoço para baixo, vai com ele a lugares desde o zoológico até a rua 25 de Março.

Já o antigo companheiro da garota, por coincidência, paraplégico, hoje está preso. Por ciúmes, foi ele o autor do disparo que, há dois anos, danificou a coluna cervical dela.

"Já o perdoei, não tenho raiva, só causaria mais danos."

Em sua vida atual, a garota ressalta a solidão. "Meus amigos pararam de me visitar, ninguém gosta de ficar o tempo todo no quarto conversando."

Escrito por Equipe do Folhateen às 15h05

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Segunda (25/1), no Folhateen

Crédito da foto: Letícia Moreira/Folha Imagem

Apesar dos limites
Como os jovens com deficiência física lidam com as dificuldades para seguir sua vida adiante.

Férias no museu
Conheça alguns dos melhores museus de ciência de São Paulo, como o Catavento e o Estação Ciência, e veja um roteiro completo para programar algumas visitas durante suas férias.

Cena Tijucana
Isabela Meirelles, atriz do filme “Praça Saens Peña”, fala sobre a experiência do primeiro longa e como é a vida de uma artista iniciante.

Festival de bizarrices
Fim de semana que vem rolam dois festivais de música – o Twitter e o Sampa Rocks – com bandas que bombam na internet, como Fresno, Cine e Restart. Os artistas delas contaram pra gente o que já aconteceu de mais estranho nas suas carreiras.

Gel na cabeça
O “efeito molhado” no seus cabelos pode ser um sucesso. Aprenda a fazer um visual com coque com a VJ e blogueira de beleza Janaína Rosa, da MTV.

Álvaro Pereira Junior
De férias, conta manda dicas de leitura, como os livros da série Millenium.

Ronaldo Lemos
Que tal uma FarmVille de verdade? É o que o colunista apresenta nesta semana, com o site Le Verdure de Mio Orto.

02 Neurônio
As meninas concluem que não, elas não precisam deixar de ser quem são, nem com seus defeitinhos.

Jairo Bouer
O doutor vem com informações úteis para a saúde dos espermatozóides.

Laerte
O cartunista e o inefável Sushi.

Escrito por Tarso Araujo às 17h06

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Comercial genial

Se contar a história, estraga. Assista:

 

Escrito por Marco Aurélio às 13h31

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Linha dura

Reprodução: Arquivo/Daily MailReportagem do tabloide britânico Daily Mail informa que uma adolescente de 13 anos foi condenada a receber 90 chibatadas e a passar dois meses na prisão na Arábia Saudita.

Lá, segundo o jornal, meninas são proibidas de usar celulares com câmera na escola. E a menina foi descoberta com o seu escondido, durante uma revista de rotina. Em seguida, a menina teria reagido golpeando a professora na cabeça, com um copo.

A punição deve ser levada a cabo na própria na escola, em frente às colegas da jovem, no estilo da foto acima, retirada do arquivo do jornal britânico.

Ainda segundo o veículo, a Arábia Saudita é o país que mais frequentemente pune crimes com tortura. Em 2009, o país crucificou duas pessoas, por exemplo.

Muitas dessas punições são motivadas por desvios da estrita conduta religiosa praticada por lá.

Uma das restrições básicas é a proibição do convívio de homens e mulheres em quase todos os ambientes públicos.

Escrito por Tarso Araujo às 17h14

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Por trás do glamour

Rotina de modelos que disputam concurso de "new faces" mais badalado do mundo é monótona e cansativa, mas ninguém reclama

Piero d’Avila/Divulgação Ford Models
 
A campeã do concurso, Karlina Caune, 16, da Letônia 

TARSO ARAUJO
DA REPORTAGEM LOCAL

Na semana passada o Brasil recebeu pela primeira vez a final mundial do Supermodel of the World, concurso anual da agência FordModels, conhecido como a principal vitrine de modelos iniciantes.

A campeã Katrina "Karlina" Caune, 16, ganhou um contrato de dois anos e US$ 250 mil. E as primeiras colocadas costumam sair da seleção direto para os desfiles de Paris e de Nova York e para capas de revista do mundo afora.

Antes disso, porém, as 36 finalistas de 35 países passaram por um verdadeiro reality show de seis dias em São Paulo. Confira os principais momentos dessa competição. 

Multimídia
Veja galeria de fotos com os bastidores do Supermodel of the World 2009.
Leia o perfil da vencedora, Katrina "Karlina" Caune, 16, e veja uma galeria de fotos da adolescente.
Veja abaixo o vídeo da visita das 36 modelos à escola de samba Rosas de Ouro, em São Paulo.


Escrito por Tarso Araujo às 10h55

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Blog do Folhateen O Blog do Folhateen é o espaço de interação do caderno com seus leitores. Ele é escrito pelos jornalistas Chico Felitti, Diogo Bercito, Marco Aurélio Canônico e Tarso Araujo.

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