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Primeiro clipe de "Toy Story 3"

É o que os americanos chamam de "teaser" (uma espécie de "pré-trailer", apenas um videozinho para atiçar a curiosidade), mas, sendo da Pixar, já é bem bacana:

Escrito por Marco Aurélio às 19h06

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Campeonato Brasileiro de Ioiô

http://www.ioiobrasil.org/brasileiro2009/index.php

Nunca soube jogar, mas sempre achei muito bacana assistir quem tinha habilidade. Estando de bobeira em São Paulo no sábado, aparece lá no Sesc Santana, onde vai estar rolando o Campeonato Brasileiro de Ioiô Freestyle.

Escrito por Marco Aurélio às 00h52

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O que você tem a dizer sobre seus 18 anos?

Ontem lançamos essa enquete colhendo declarações para nossa edição especial de aniversário. Já saíram algumas pérolas, via Twitter, comentários e e-mail (folhateen@uol.com.br). Mandem mais! E aloprem, como diz o molusco. ;)

(ps: as declarações não estão identificadas porque ainda não pegamos as autorizações dos autores!)

"Completo 18 nesse sábado. E realmente não quero nem um pouco. Gosto da ideia de não poder ser presa HAHAHA"

“18 anos é MARA já faz 4 anos q faço 18”

"Nessa idade, eu era feliz e não sabia (papo de tiazinha!) porque eu não precisava ser gente grande ainda..."

“Eu comecei a fumar quando fiz 18 anos. Foi a primeira coisa que eu fiz. Me arrependo.”

"É muito bom ter 18 anos, basta saber viver os 18 anos"

"Eu gosto de ter 18 anos. Fazem apenas exatos 3 meses, o começo é aquela farra , depois você começa a enxergar as responsabilidades haha."

 

“Meus #18anos foram os melhores piores dias da minha vida.”

 

"Eu queria que minha vida recomeçasse aos 18. É claro, não custava nada sonhar."

“Queria tanto que meus 18 anos chegassem... E quando chegou nem vi passar. =/”

 

“Quando completar 18 anos quero ter um porre absurdo, passar/já ter passado no vest, morar sozinha, trabalhar, sair sem ter hora p/ voltar. E começar a trabalhar como DJ. Ah, um show de strip tease no dia dos #18anos também é mara”

 

"Aos #18anos eu não tomei meu primeiro porre, não fui a um motel, não tirei carteira nem fui a um show no clube das mulheres."

 

“Vou poder ser presa :s”

 

“Eu espero salvar o mundo.”

 

“Se você é feliz com 15, 16 ou 17, vai ser feliz com 18, não é a idade que muda, quem muda é você mesmo, e não necessariamente no dia do seu aniversário de 18 anos.”

 

“Completar 18 melhorou a minha vida, pois a maior parte das pessoas com as quais convivo são maiores de idade, logo, na época em que era de menor, era muito comum ficar preocupado de ser 'barrado' em boates ou bares. Não piora porque não existem ambientes proibidos para maiores de idade.”

 

“O q mudou foi q agora tenho a minha própria conta na locadora, meu telefone e internet no meu nome... E fiz minha conta no Banco \o/.E num preciso mais ficar apreensivo ao entrar em locais proibidos para menores... E sou SEMPRE eu q tenho q comprar bebidas pros amigos... ;X”

 

 

 

Escrito por Tarso às 18h30

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Oficina de roteiro para quadrinhos

Para quem gosta de quadrinhos, mas não leva jeito para segurar o lápis, a dica de hoje é participar da oficina de roteiro para quadrinhos -- que vai ser lecionada por Alexandre Nagado, quadrinista brazuca de destaque. O curso promete abordar técnicas como briefing, plot, script, layout e storytelling.

O workshop vai rolar no dia 6 de junho, das 9h30 às 13h, no instituto Cláudio Ayabe (al. dos Guatás, 231, São Paulo, tel. 0/xx/11/2772-6213). É preciso ter, no mínimo, 14 anos. As vagas são limitadas e as inscrições, que devem ser feitas pelo site, custam R$ 45.

Escrito por Diogo Bercito às 11h54

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Para que servem os 18 anos?

Pessoal, vamos fazer uma edição especial que gostaríamos de conhecer a opinião dos nossos leitores “de maior” sobre o significado desse aniversário. A enquete é bem ampla: qualquer resposta para as perguntas abaixo nos ajuda.  ;-)

 

Como foi, para você, fazer 18 anos? Você tem alguma história boa sobre esse aniversário ou sobre essa época? O que um “de menor” pode esperar da maioridade? Liberdade de verdade? Ou não é nada disso? Fazer 18 anos muda alguma coisa na sua vida, na prática ou na teoria? Ou não muda nada? Se muda: melhora ou piora?

 

Para quem ainda não fez 18 anos, a pergunta é mais simples: o que você espera dos seus 18 anos?

 

Quem estiver a fim de colaborar e concordar em de repente ter sua opinião publicada no jornal pode mandar um e-mail para folhateen@uol.com.br ou simplesmente deixar um comentário aqui no blog. Lembrem de deixar nome, cidade e idade, ok?

 

Obrigado!

 

 

Escrito por Tarso às 19h27

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Sou nerd, mas tô na moda

DIOGO BERCITO
da Folha de S.Paulo

 

Foto: Eduardo Anizelli/Folha Imagem

Jessica, 22

Jessica Campos, 22, vestida como personagem de game 'Resident Evil 4'

 

Esqueça o menino raquítico de óculos fundo de garrafa carregando livros de física quântica embaixo do braço: a tribo dos nerds é, atualmente, muito mais variada do que isso.

 

Mais variada e mais articulada também. Eles comemoram hoje, no mundo inteiro, o Dia do Orgulho Nerd e mostram que nem todos têm vergonha de serem apaixonados por assuntos como tecnologia de ponta e histórias em quadrinhos --apesar do preconceito de que são alvo, muitas vezes.

 

 

O filme "Guerra nas Estrelas", outra vedete dos nerds, é a razão da data da comemoração --foi no dia 25 de maio de 1977 que estreou o primeiro longa da saga. Desde 2006, a data foi adotada para a celebração.

 

 

O termo "nerd" não tem uma definição muito rígida. Pode ser usado para se referir a quem estuda demais, mas serve também para falar de quem é aficionado por coisas como RPG (jogos de interpretação de personagem) e computadores.

 

"O nerd é uma pessoa obcecada por um determinado universo", explica Maria Stela Graciane, socióloga e coordenadora do curso de pedagogia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica).

 

 

Mas, se não é novidade que existem nerds, por que só recentemente eles decidiram dar as caras, com direito a dia de se orgulhar e tudo o mais? Talvez porque foi só agora que eles encontraram uns aos outros.

 

 

"Com a internet, há facilidade para se agrupar", explica Maria Stela. Assim, o fã de "O Senhor dos Anéis", que não tinha com quem dividir sua paixão pela trilogia na escola, encontra em fóruns de discussões on-line uma multidão pronta a discutir o sexo dos elfos. E percebe que não está sozinho.

 

 

No caso de Itamar Portela, 22, moderador da comunidade "Orgulho Nerd", no Orkut, a paixão "obsessiva" é por tecnologia. "Desde que conheci um Pentium 286, me apaixonei", brinca. Hoje, passa 90% do seu tempo livre na frente de um computador --e trabalha na frente de outro, projetando fiações elétricas.

 

Nerds como Itamar, fascinados por tecnologia, são conhecidos pelo nome de "geeks".

 

 

No caso de Jéssica Campos, 21, o termo que se usa é "otaku" --ela é fanática por cultura pop japonesa. Aos 18, apesar das críticas dos pais, fez seu primeiro "cosplay" (fantasiar-se de um personagem), em um evento voltado a fãs de mangás e animês. "As pessoas queriam ser fotografadas comigo", conta.

 

Dois anos depois, ela representou o Brasil no mundial de "cosplay", no Japão. Ficou em primeiro lugar. Jéssica não liga para chacotas ("Não vêm de pessoas de mente aberta", diz) e já está pronta para concorrer mais uma vez com seu arsenal de 32 fantasias, a maioria feita à mão.

 

Desde o berço

Outro que não liga muito para críticas é o "geek" Carlos de Moura, 15, que trabalha para a mãe de um amigo na LAN house que, inclusive, ajudou a montar. "Não consigo ser "cool", nasci tímido!", brinca.

 

Já Thawan Pires Costa, 21, fã de "Guerra nas Estrelas", vê as brincadeiras com menos bom humor. "Tornei-me antissocial para não ser mais alvo de chacota", diz. Mesmo assim, não esconde suas paixões e fala delas com orgulho: "Tenho uma armadura de Storm Trooper de colecionador, mas nunca tirei da caixa para ela não se desvalorizar", gaba-se.

 

O preconceito de que Thawan reclama é real, e a socióloga Maria Stela alerta: "Não é exclusivo dos alunos. Pode vir de pais e de professores também".

 

 

Mas nem sempre vem. "Hoje, respeitamos mais os nerds, [o rótulo] pode ser até um elogio", diz Nicolle Alanis Fernandes, 13, que não se inclui no grupo. "Admiro eles, são muito inteligentes", completa Julia Oliveira de Albuquerque, 12.

 

 

Para Vera Lucia Cruz Malato, coordenadora do departamento de orientação educacional do Colégio Bandeirantes, "os bons alunos se orgulham de ser assim". "Muitos são estudantes profissionais", brinca.

Escrito por Diogo Bercito às 15h58

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BeiJonas, tchau pros JB!

Você não é uma das 45 mil pessoas que foram ao estádio do Morumbi ver os Jonas Brothers?

Não perdeu nada.

Explico: nada que não possa recuperar vendo um DVD com a performance dos caras. Ou ainda que não vá ver (em 3D!) no filme "Jonas Brothers 3D: O Show", que entra na sexta-feira em 55 salas de cinema ao redor do país.

A apresentação dos irmãos de Nova Jersey animou muito e abriu berreiros assustadoramente altos. Mas, por trás das centenas de decibéis, foi bem mais ou menos.


Chorando assim, não deu para ver que o show foi minguado... (Foto Eduardo Anizelli/Folha Imagem)

Foi só pela presença (física) dos brothers que todo mundo se descabelou. Porque, de apresentação mesmo, nada de novo.

Para ter uma ideia: só cantaram "Paranoid" do álbum novo ("Lines, Vines and Trying Times"), que vai ser lançado em três semanas.

Custava ter liberado pelo menos mais uma (ok, duas) músicas inéditas? Afinal, era a primeira vez que eles vinham pro Brasil.

Mas os irmãos (sem) coragem pareceram não se importar em fazer um show inovador e saboroso para o gigantesco fã-clube que têm aqui. De diferente, no máximo mandaram um "te amamos!", em português, no meio da apresentação.

Se não fosse o palquinho acanhado, dava para dizer que a apresentação foi idêntica à retratada no DVD da Demi Lovato.

Não vieram na mala dos Jonas itens da turnê mundial a parede d'água usada para projeção de imagens e nem a plataforma que faria o trio "voar" por sobre a plateia.

Faltou o enorme palco semi-circular de 43 m, anunciado no site oficial da turnê. Ganhou como substituto um tablado que não permitia grandes piques.


A "megaprodução" era só o telão, ali atrás do Joe (Foto Eduardo Anizelli/Folha Imagem)

A passarela enorme que leva a banda para o meio da galera no filme virou uma ponta de 10 m que ia só até o comecinho da pista amarela _a que tinha ingressos a R$ 600 cada um, sabe?

Já da pirotecnia de shows como os da turnê anterior, Burning Up, vieram só alguns holofotes coloridos e lasers verdes, parecidos com aqueles caseiros que os malas usam para incomodar

Uma pena que, depois de tanto tempo esperando, o Brasil tenha que ter se contentado com um show de segunda mão...  

Escrito por Chico Felitti às 15h51

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