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Colecionando Jonas

Crédito: Editora Abril

A foto que você está vendo aí em cima é uma as figurinhas do álbum dos Jonas Brothers, que a editora Abril começou a distribuir ontem pelas bancas de jornal do país.

Crédito: Editora Abril

O álbum custa R$ 4,95 e tem 144 figurinhas. O envelope com três delas custa R$ 1.

Crédito: Editora Abril

Nas imagens, além de Nick, Joe e Kevin, aparecem vários convidados, em cenas no clima de fotonovela.

Veja mais fotos e páginas do álbum aqui.

Escrito por Tarso Araujo às 13h46

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Hendricky, 20, virado para a Lua

CHICO FELITTI
DA REPORTAGEM LOCAL

A Mulher Melancia tem 121 cm de quadril. A Carla Perez diz no seu site que atualmente contabiliza 102 cm na mesma região. Mas foram os 92,7 cm de retaguarda de Hendricky (sem sobrenome mesmo) que chamaram a atenção de muita gente nesta semana.

 O capixaba de 20 anos “modelou” pelado, de bruços, na piscina do hotel Fasano carioca, na festa que a grife Calvin Klein promoveu depois do Oi Fashion Rocks, evento que trouxe Mariah Carey e Grace Jones para o Brasil.

 

Leia abaixo trechos da conversa por telefone do “new face” com o Folhateen.

 

***

 

FOLHA – Como você foi escolhido para a posição?

HENDRICKY – Fizeram um “casting” [escolha de modelos] com a minha agência e me chamaram. Até chegar lá, pensei que fosse ser “underwear”, aquela sunga da Calvin Klein. Aí, cheguei lá, fui para a prova de roupa e os caras me pediram para fazer várias poses...

 

FOLHA – Que poses?

HENDRICKY – Falaram para eu sentar, cruzar a perna... Daí, perguntaram se eu podia ficar deitado de barriga para baixo, sem ninguém ver a “parte da frente”. Aí pensei um pouco e falei “tudo bem, posso ficar”. Fiquei sabendo que ia ficar pelado só três horas antes [da festa].

 

 

 

Os modelos , na piscina do hotel Fasano, no Rio (Foto Naio Rezende/Divulgação)

 

FOLHA – Quanto você ganhou pelo trabalho?

HENDRICKY – Pode falar sobre isso? Não sei, eles tratam com a agência.

 

FOLHA – Mas vai ganhar mais do que quem ficou vestido?

HENDRICKY – Como eu sou “new face”, vou receber menos que o Henzo [Hülle], que tava lá de cueca. É que ele tem uma carreira formada já...

 

FOLHA – Você saiu da piscina em algum momento?

HENDRICKY – Tava muito frio. Aí, então, o Francisco [Costa], que é o estilista da Calvin Klein Collection, veio falar comigo, se eu não tava afim de tomar banho ou ir ao banheiro. Quando o vento vinha e batia na gente, dava um frio danado! Jogaram um roupão para mim, eu saí, tomei um banho quente e voltei

 

 

FOLHA – Alguém famoso te disse algo?

HENDRICKY – As pessoas famosas não vieram falar comigo porque, quando eu saí, a festa já tava meio vazia. Eu vi a Eliana, que veio me fotografar. O Mário “Testini” [Testino, fotógrafo] e o Michael [Roberts, editor de moda da revista “Vanity Fair”] não-sei-o-que-lá, aquele bem famoso, tiraram várias fotos de mim, até depois que saí da piscina.

 

FOLHA – A sua “parte de trás” é maior que a dos outros modelos?

HENDRICKY – Pô, não sei! Tem que olhar nas fotos para ver. Mas, em comparação com os outros modelos, acho que era um pouco maior, sim...

 

FOLHA – Tamanho é documento?

HENDRICKY – Nesse caso, é sim... 

Escrito por Equipe do Folhateen às 13h44

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Slash e Black Eyed Peas em Sweet Child O'Mine

E esse é novinho em "Folha", apesar de o Slash já ser meio coisa de museu. Coisa que "Sweet Child O'Mine" não é.

O concerto rolou domingo, 25/10, no Rose Bowl, em Los Angeles (EUA), antes do Live Webcast do U2.

Aliás, piadinhas à parte, museu coisa nenhuma: Slash tem Twitter, ok? E em março lança um álbum "semisolo": "Slash & Friends"

Escrito por Tarso Araujo às 16h11

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Madonna dando coices em Marília Gabriela

Nesse dia Marília Gabriela voltou aos seus tempos de iniciante por Madonna. É das antigas, mas merece o revival...

Escrito por Tarso Araujo às 16h08

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Para cartinhas rock 'n' roll

Crédito: Royal MailO Royal Mail, correio do Reino Unido, descolado que só ele, decidiu fazer uma edição especial de selos que reproduzem capas de grandes discos do rock – britânico, é claro.

 

Crédito: Royal MailA lista foi criada a partir de uma pesquisa nas listas de melhores capas de álbum existentes e finalizada com a ajuda de editores de três revistas de música e designers.

Os selos serão lançados dia 7 de janeiro de 2010, impressos em litografias de 32 x 28 mm. Eles representam cinco décadas de rock, com álbuns de algumas das bandas mais representativas dos últimos 50 anos.

Crédito: Royal MailConfira a lista completa, da esquerda para a direita, de cima para baixo:

Power, Corruption & Lies”, New Order, 1983

Let It Bleed”, The Rolling Stones, 1969

Screamadelica”, Primal Scream, 1991

The Rise and Fall Of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars”,

David Bowie, 1972

“The Division Bell”, Pink Floyd, 1994

A Rush of Blood to the Head”, Coldplay, 2002

“London Calling”, Clash, 1979

Tubular Bells”, Mike Oldfield, 1973

“Parklife”, Blur, 1994

“IV”,  Led Zeppelin, 1971


(Pena que já não usamos mais cartas...)

Escrito por Tarso Araujo às 13h40

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Unha cor de renda

Esmaltes das cores da moda chegam a custar R$ 200

CHICO FELITTI
DA REPORTAGEM LOCAL

Bruno Fernandes/Folha Imagem
Paula Pereira, 18, usa "genérico" de R$ 3 que imita a cor de um que sai por R$ 44 (Bruno Fernandes/Folha Imagem)

Assim como as unhas das garotas mais afeitas a se empetecar, a indústria de esmaltes de luxo está feita

No mesmo dia em que chegou ao mercado, na semana passada, o esmalte Chanel Jade já saiu dele. Esgotaram-se todos os frascos do verniz verde-claro, que custava US$ 25 (uns R$ 43), cada um.

O esmalte "genérico" usado pela estudante Paula Pereira, de 18 anos, custou R$ 3 e imita a cor de um que sai por R$ 44

Custava: a grife francesa não vai produzir uma segunda leva do cosmético. Agora, quem quiser pintar a unha de "mentolado" (definição do "New York Times") terá de fazer lances em sites de leilão eletrônico.

No eBay, um frasco de 13 ml do verniz "da vez" chega a custar US$ 115, mais de R$ 200.

A repórter de beleza da "Vogue" Victoria Ceridono explica que a sandice por esmalte começou há dois anos, com um prosaico produto de cor preta.

"A Chanel fez o Black Satin [preto acetinado] e todas as celebridades de repente usaram."

Pintou tendência
Nascia, assim do nada, a tendência de esmalte da estação --sempre de marca cara e com nome fantasia estrambólico.

Na prática, diz Victoria, os produtos caros são "um pouco mais bonitos e levemente mais fáceis de passar".

Criadora do blog sobre unhas Não Tire Bife, Ok?, Letícia Cardoso, 24, nega o frisson.

"Não tem esse lance de gastar um milhão com um esmalte. Azul-marinho é igual, não importa se custa R$ 3 ou R$ 300!"

Não é o que pensa a economista Aline Mori, 23. Aline, que paga R$ 80 por manicure e pedicuro, diz se recusar a usar esmalte "vagabundo".

"O importante é mostrar que está informada, com a cor certa", explica. Uma das "cores certas" é o cinza Hello Kitty --que quase só Aline tem.

Os 36 frascos dessa cor que chegaram à loja paulistana da marca MAC acabaram em três dias. Formou-se, então, uma lista de espera com 40 nomes.

Sem paciência para esperar, a estudante Paula Pereira, 18, comprou por R$ 3 uma versão genérica do mesmo tom.

Como não dá para registrar a cor de um esmalte, só seu nome, marcas mais baratas logo fazem versões da "cor da vez".

Só cuidado para não ouvir que sua unha cinza parece "de morto", como uma entrevistada que não quis se identificar.

Escrito por Tarso Araujo às 15h52

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A escola do meu jeito

Entre muitos eventos e pouca contestação, grêmios se propõem a dar voz aos alunos

DIOGO BERCITO
DA REPORTAGEM LOCAL

Fotos Letícia Moreira/ Folha Imagem
Alunos do Colégio Santa Maria na sala onde acontecem as reuniões do grêmio.

No Colégio Santa Cruz, na zona oeste de São Paulo, o álbum do Campeonato Brasileiro de futebol não é a vedete dos intervalos.

Em vez de trocar figurinhas dos craques de clubes nacionais, os estudantes colecionam fotos adesivas com rostos dos colegas nos times da escola.

O álbum da competição interna do colégio foi feito pelo grêmio e é vendido por R$ 10. Os pacotes com cinco figurinhas custam R$ 0,50 cada um.

Mas, quando o Folhateen procurou os alunos do grêmio para conversar sobre o assunto, eles relutaram em falar. "Não queremos que pareça que o grêmio é só isso", diz o aluno Caio Martins Ferreira, 15.

Fica então a pergunta. O que é o grêmio, então?

Por definição, é uma instituição estudantil montada a partir de um grupo de alunos interessados em promover mudanças em sua escola.

No Santa Cruz, a chapa eleita pelos estudantes para a gestão atual foi a Chapa Livre, que competiu com grupos de brincadeirinha -como a Sacrochapa Romano-Germânica, que defendia o retorno do império medieval de nome parecido.

Fazer barulho
Entre os colégios ouvidos pela Folha, predomina o modelo do Santa Cruz, com atuação focada em promoção de eventos.

No Colégio Santa Maria, na zona sul, o grêmio fez concurso fotográfico e uma semana de arte, entre outras atividades.

Mas há, também, espaço para contestações e reivindicações, dentro e fora da escola?

Durante a ditadura militar, os grêmios tiveram esse papel. Alfredo Sirkis, exilado na época, começou sua trajetória política participando do Grêmio Livre do Colégio de Aplicação da UFRJ.

Dali, foi para o movimento armado de resistência ao governo militar e às marchas em prol do impeachment de Fernando Collor. Hoje é vereador pelo Partido Verde, no Rio.

Mesmo a ausência de reivindicações não significa ausência de descontentamento. "Pensamos em pedir para diminuir os preços da cantina, mas não fomos atrás disso porque a gestão anterior do grêmio tentou e não deu certo", explica Cláudio Santos, 16, diretor de arte do grêmio do Santa Maria.

Já no Colégio Visconde de Porto Seguro, na zona oeste, os alunos tentaram mudar o estilo do uniforme obrigatório. "Nossa reclamação foi em relação ao visual", diz Gabriel Vilela, 16, presidente do grêmio do colégio. "Fizemos campanha, pesquisa de opinião e passamos para a diretoria, que disse que avaliará as sugestões."

Há também as escolas que proíbem o funcionamento de grêmios estudantis, o que contraria uma lei de 1985 -que também garante eleições diretas. É o caso do Colégio Agostiniano Mendel (zona leste).

"Um grêmio cria conflitos, quando os alunos querem alguma coisa que não podemos dar", diz o padre Felix Conde de Prado, diretor da escola.

Colégios particulares como Miguel de Cervantes, Sion e Pueri Domus também não têm grêmios em funcionamento, apesar de, segundo as escolas, não haver proibição.

Altas somas
Arrecadar dinheiro para os projetos, muitas vezes, é um suplício. Em algumas escolas, porém, os alunos aceitam também financiamento da direção. É o caso do Colégio Marista Arquidiocesano, na zona sul.

Um show de bandas de alunos, por exemplo, recebeu R$ 6.000. A copa jogada durante o recreio teve orçamento de R$ 2.000. "É como uma empresa", explica Vitor Pereira, 15.

Ter apoio ajuda nos grandes projetos. Depender muito da direção, porém, pode dificultar a mobilização dos alunos.

"É uma falsa democracia, quando só deixam o aluno interferir em coisas pequenas, como na decoração da festa", diz Mônica Zagallo, coordenadora da área de juventude da organização Sou da Paz -que fomenta o surgimento de grêmios como maneira de diminuir a violência nas escolas.

Mas Arthur Herculano, 22, presidente da União Paulista de Estudantes Secundaristas, completa. "O grêmio não é só uma questão de luta, e sim de cultura, e isso também faz parte da formação do aluno."

E as reivindicações não são apenas políticas. Prelo Zandonadi, ex-vice-diretor do grêmio do Colégio Humboldt, na zona sul, reclama não ter conseguido montar uma rádio estudantil e nem instalar relógios nas salas de aula. "Tínhamos um professor orientador, e essa ideia vai contra o princípio do grêmio."

Segundo a escola, o professor participa "para ajudar", a instalação dos relógios acaba de ser aprovada e a criação de uma rádio está em estudo.

 

Escrito por Tarso Araujo às 12h57

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