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Skins garante mais duas temporadas

Kaya Scodelario, a Effy de A duas semanas de encerrar sua quarta e mais nova temporada no Reino Unido, a polêmica série "Skins", sobre um grupo de adolescentes desajustados, acaba de garantir pelo menos mais dois anos no ar.

Como já virou rotina -e mais ou menos como acontece com a novela teen "certinha" Malhação-, o elenco será completamente renovado para sua quinta fase.

Na terceira temporada de Skins, apenas uma personagem "sobreviveu": Effy, interpretada por Kaya Scodelario, celebridade no Reino Unido e filha de uma brasileira.

Nicholas Hoult, o Tony de Todo o elenco da primeira e da segunda temporada, dançou. Melhor para eles. Com o sucesso da série -um dos programas mais vistos de seu horário-, alguns atores do elenco viram sua carreira deslanchar.

Nicholas Hoult, o Tony da primeira temporada, está em cartaz por aqui em "Direito de Amar", com Julianne Moore.

E Dev Patel foi o protagonista do oscarizado "Quem Quer Ser um Milionário?".Dev Patel, o Anwar de

Os testes para integrar a próxima trupe de "Skins" começam no mês que vem, segundo Camila Campbell, chefe do Channel 4, que exibe o programa.

Quem serão os próximos ídolos dos adolescentes rebeldes?

 

Escrito por Tarso Araujo às 16h48

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Segunda (15/3), no Folhateen

 


 

Inimigo íntimo
Casos reais de jovens abusados sexualmente por seus familiares mostram que histórias como as do filme “Preciosa” não existem apenas na ficção

Mayra Dias Gomes
Dá depoimento inédito sobre sua experiência com a violência sexual

Jairo Bouer
Fala explica o aspecto emocional do problema, para as vítimas

Mentes que brilham
Você sabia que o Brasil está cheio de superdotados? Mas eles também tiram nota vermelha...

Álvaro Pereira Junior
Estreia como professor de inglês!

E Ronaldo Lemos
Mostra que a fita cassete não está tão morta assim quanto você pensa

Na contracapa
Adão

 

Escrito por Tarso Araujo às 22h39

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Análise: Lady GaGa ft. Beyoncé - "Telephone"

JAMES CIMINO, da Folha de S.Paulo

Logo que o Youtube explodiu na internet, a MTV Brasil decidiu abolir da grade os videoclipes, que sempre foram o carro chefe de sua programação. A justificativa: não era mais possível competir com o ineditismo do site de vídeos. Mesmo Madonna, uma das artistas que consolidou o videoclipe como meio de divulgação principal de suas músicas nas décadas de 1980 e 1990, relaxou na produção dos clipes e passou a investir mais em shows, que nada mais são que videoclipes ao vivo.

Mas clipes não são notícias. São, na definição do doutor em comunicação Arlindo Machado, música visual e imagem sonora. E em se tratando de música, o ineditismo não importa muito. Ouvimos certas canções milhares de vezes. Depois enjoamos, passa um tempo, ouvimos de novo. Não importa que seja na TV, no computador ou no iPod. O Youtube, portanto, não matou o videoclipe, e a MTV voltou a dedicar suas madrugadas e manhãs inteiras a esse produto. O meio mudou, mas o formato permaneceu.

Quando Lady GaGa passou na lojinha do pop para pegar todas as suas referências musicais e visuais, não deixou de visitar a prateleira do videoclipe. Porém, ao contrário de sua mentora Madonna, não adaptou sua estética ao teatro, mas ao cinema.

Ontem à noite, quando lançou o vídeo de "Telephone", segundo single de seu álbum "The Fame Monster", em que faz dueto com Beyoncé, a cantora conseguiu novamente chamar a atenção para o videoclipe. O vídeo é tão impressionante e cheio de referências pop que foi capaz de desviar completamente o foco dos twitteiros que acompanhavam a prova do líder do Big Brother Brasil e fazê-los discutir on-line o que significava cada parte da história vivida por GaGa e Honey Bey, personagens interpretadas pelas duas cantoras.

Com roteiro de Lady GaGa e do diretor do vídeo, Jonas Akerlund, "Telephone" é uma continuação de "Paparazzi", em que ela mata o namorado que a expunha à imprensa marrom. O clipe começa com GaGa chegando à cadeia, escoltada por duas carcereiras. Antes de trancá-la na cela, arrancam suas roupas espalhafatosas e comentam: "Não falei que ela não tinha pinto?", uma sarcástica referência ao boato que alguns sites publicaram dizendo que GaGa era hermafrodita.

Com personagens grotescos e referências aos longas "Thelma & Louise" e "Kill Bill", a música é totalmente fragmentada e estendida para atender às necessidades do roteiro do vídeo. Os originais 3min41s se transformam em 9min30s. Isso faz com que a força dessa irônica dance music se perca um pouco, mas o objetivo é mostrar a versatilidade das duas estrelas do clipe, e ainda encaixar o vídeo em uma narrativa, que começou com "Paparazzi", e que termina com um "to be continued".

Há ainda outro aspecto. Em meio a toda a produção, Lady GaGa e Beyoncé funcionam muito bem em cena, porque simplesmente não parecem competir. Já é seu segundo dueto. "Videophone", o primeiro, do álbum de Beyoncé "I am... Sasha Fierce", virou hit. Se Madonna soubesse disso naquele VMA de 2003, nunca teria beijado Britney Spears e Christina Aguilera na boca...

Escrito por Iuri de Castro Tôrres às 15h14

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Hora da pipoca

Semana chegando ao fim, que tal curtir dois vídeos incríveis que rolaram nos últimos dias?

Eclipse

No primeiro trailer oficial de "Eclipse", terceiro filme da série Crepúsculo, Bella está dividida entre o amor do vampiro Edward e do lobisomem-sarado Jacob. Qual dos dois vai ganhar a batalha pelo amor da mocinha? 

Homem de Ferro 2

O segundo trailer de "Homem de Ferro 2" dá um gostinho do que vai chegar às telonas ainda neste ano. Mickey Rourke está assustador! 

Escrito por Iuri de Castro Tôrres às 12h16

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Efeito dominó

A banda norte-americana OK Go parece ter se especializado em fazer videoclipes surpreendentes e, por vezes, geniais.

Depois do mega-sucesso de "Here It Goes Again", de 2006, cuja coreografia nas esteiras inspirou inúmeras paródias, o quarteto volta com outra pérola: "This Too Shall Pass", a realização de um sonho de infância para muita gente. 

Toda a engenhoca foi construída para o vídeo, que foi gravado em uma sequência apenas (que teve de ser repetida cerca de 70 vezes para sair perfeita).

Falem a verdade: não dá vontade de ser o inventor dessa maravilha?

Escrito por Iuri de Castro Tôrres às 14h20

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DNA musical

Leia abaixo o papo que o Folhateen bateu com o analista musical Jay Frank, autor do livro "Futurehit.DNA":

FOLHATEEN – Jay, conte um pouco da sua história com a música, para que os leitores entendam como você virou analista musical.

JAY FRANK – Já trabalhei em quase todas as áreas do ramo musical que você possa imaginar: gravadora, DJ em rádios e em boates, agente de bandas e comandei uma loja de discos. Na maior parte da última década, eu comandei a programação musical do Yahoo! nos Estados Unidos e do The Box, primeira rede de vídeos musicais da internet.

Em toda minha carreira, estive interessado em oferecer a música que a audiência quer. Nos últimos anos, com o avanço da tecnologia, aumentou muito a quantidade de informações que podemos extrair do público em relação aos hits. E é isso que está levando o público a ter mais controle da experiência musical.

FOLHATEEN – Como você começou a analisar músicas?

FRANK – Desde criança me interesso pelas razões por trás dos grandes hits. Em todos os meus empregos, tive que confiar nessa habilidade para fazer crescer a audiência. Quanto melhor for em identificar os hits, mais chances sua empresa tem virar líder. No The Box, o método de análise proporcionou uma audiência duas vezes maior em apenas 18 meses. A análise está no meu sangue.

FOLHATEEN – Como as análises são feitas?

FRANK – As análises em “Futurehit.DNA” vêm de várias fontes e metodologias. Não há uma experiência da qual tenha surgido o livro. Muito do meu trabalho no dia a dia teve efeito, mas também prestei atenção à psicologia do ouvinte atual – o que eles fazem e como eles fazem. Quando você compara os dados dessas duas análises, os resultados são impressionantes.

Então, para provar minhas teorias, analisei o papel da tecnologia nos hits do passado, o que ninguém havia feito até então. Descobri que a tecnologia foi essencial em todos os hits da era musical moderna, só não havia sido estudada. Quando aplicamos isso ao passado e achamos paralelos modernos, os resultados são incríveis.

FOLHATEEN – Quando você ouve uma canção pela primeira vez, pode dizer se ela será um hit?

FRANK – Posso dizer se uma música tem mais chances de virar hit do que outra, mas é muito difícil prever com 100% de certeza se ela será. Há muitos fatores que influenciam isso, como o marketing em cima da canção, a habilidade de levá-la a várias plataformas, e a competição na época em foi lançada. Isso sem mencionar os próprios artistas: você pode ter um super-hit em mãos, mas, se fizer algo estúpido ou ofensivo, ele pode nunca estourar. No entanto, posso dizer com grande certeza quando uma música NÃO será um hit.

FOLHATEEN – É fácil produzir um hit?

FRANK – Se fosse fácil, todo mundo faria, certo? É bastante difícil. É preciso o mix certo de artista, música, produção, imagem e ética. Também é necessária uma boa dose de talento para fazer a diferença. Também não se pode fazer uma cópia em papel carbono de músicas que vieram antes: é preciso ser único. Meu livro não vai dar a ninguém uma fórmula secreta para um hit, mas pode ajudar pessoas talentosas a descobrirem se sua música será um sucesso.

FOLHATEEN – Quais características encontramos na maior parte dos hits?

FRANK – Hoje em dia, o elemento mais importante é causar impacto no ouvinte em no máximo sete segundos. A maioria dos internautas decide se gosta ou não de uma música em dez segundos. Além disso, diferentemente do rádio, em que podemos descobrir novas músicas enquanto mudamos de estação, agora, quase todas as descobertas se dão no começo da canção. O quanto antes o artista mandar ver nos vocais, maiores as chances de alguém se apaixonar pela música.

O hit também deve ter um arranjo mais dinâmico do que em décadas passadas. Para evitar que o ouvinte fique entediado, alterne suave e barulhento, mude os acordes e as melodias em partes estratégicas da música.

FOLHATEEN – Qual canção você apostou que seria um hit e nunca foi?

FRANK – Quando comecei a desenvolver as ideias para o livro, começamos a perceber uma intensa movimentação em torno de uma cantora chamada Bonnie McKee. Havia um burburinho sobre a canção “Somebody”, mas ela nunca estourou. Dadas as circunstâncias, achei que seria um grande hit.

FOLHATEEN – Por que o caso de “Tik Tok”, da Ke$ha, é tão emblemático?

FRANK – Pelo gigantismo que essa música alcançou. Saiu há apenas seis meses e já é um dos dez singles mais vendidos pela internet nos Estados Unidos em todos os tempos. Não é apenas um hit. É um hit monstruoso.

 

 

Escrito por Iuri de Castro Tôrres às 20h34

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