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Rocksmith: o verdadeiro jogo musical

Já cansou do Guitar Hero e do Rock Band, não é mesmo?

Me lembro de jogar Guitar Hero pela primeira vez na casa de um amigo. Devia ter uns 11 anos mais ou menos. Pegar o controle do Playstation e comandar a guitarra era sensacional. Sensacional mesmo. Os dedos doíam pra caramba, mas continuava sensacional.

Já nos anos posteriores surgiram a guitarra, o baixo e até a bateria. Bandas como Aerosmith, Metallica e Beatles tiveram games específicos. Mas cansou. A fórmula iniciada pelo Guitar Hero foi melhor estruturada com o Rock Band, mas as novidades param por aí. Até que...
 
Rocksmith é um game da Ubisoft, mesma produtora de títulos como “Prince of Persia” e “Assassins Creed”, que se utiliza de guitarras e violões com seis cordas. Curiosamente, essa nova fórmula rebate muitas críticas de músicos, que não liberavam suas canções para os games já citados por acreditarem que se tratava de uma forma extremamente fantasiosa da facilidade de tocar um instrumento.
 
Não faço a menor ideia de como será esse novo jogo. A Ubisoft liberou o primeiro vídeo do game, mas não mostra nada, só deixa aquele gostinho da curiosidade. De acordo com a "IGN" (site norte-americano especializado em games), a produtora estaria firmando parceria com a Gibson (ícone no quesito guitarras) e outras fabricantes para tornar um rockstar mais real.
 
O game chegará às lojas no último trimestre de 2011 para as plataformas PS3 e Xbox 360. Enquanto isso, basta olhar o trailer e babar um pouco...
 
Sinceramente, nunca fui fã de games musicais. Sabem por quê? Simples: sou muito ruim. Sério. Toco guitarra e violão há seis anos, mas Guitar Hero nunca conseguirei. Lógico que no ínico era farra, mas chegou a um ponto em que todos jogavam, menos eu. Não conseguia ver graça.

Mas depois da notícia do Rocksmith, vejo que ainda há uma oportunidade para aqueles ruins no Guitar Hero, assim como eu: aprender a tocar um instrumento de verdade, que convenhamos, é muito melhor.
 

 

Por Rodolfo P. Vicentini

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Escrito por Mayra Maldjian às 18h38

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Fanfics



Sabe aquela sensação de quando você acaba um livro? Aquela que dá um certo nó na garganta ou até mesmo um desconforto pelo corpo?

Essa sensação pode ser causada por diversas coisas: ou porque a história não se desenvolveu e acabou da maneira com imaginávamos, ou simplesmente porque o livro era tão bom que você queria que houvesse mais mil páginas.

Porém, há uma solução um tanto divertida para isso. Chama-se fanfiction, e o termo vem do inglês, onde a tradução seria ‘ficção criada por fãs‘. Tratam-se de contos ou até mesmo de romances criados por terceiros, e não fazem parte do enredo oficial da história em que se baseiam.

A fanfiction nasceu com a popularização da internet, onde os escritores desse tipo de literatura encontraram uma maneira mais prática de atrair fãs e pessoas com os mesmos interesses.

Com os avanços dos mecanismos de busca, tornou-se muito mais fácil achar esses sites dedicados às fanfics (abreviação do termo). Contudo, os sites eram destinados somente a um tipo de gênero (por exemplo, “Harry Potter”). Mas, com o tempo, a popularidade das fanfics foi crescendo ao tal ponto que é possível encontrar mais de mil gêneros em um único site.

Porém, não há apenas contos sobre e romances baseados em livros. Há uma enorme quantidade de fanfics sobre mangás e quadrinhos, filmes e seriados, jogos, quadrinhos e até de reality shows.

O grande fenômeno “Harry Potter” foi o responsável pela rápida e enorme popularização das fanfics. Há mais de 506.189 fanfics publicadas sobre a saga do bruxinho hoje em dia.

Um site bem bacana, para aqueles que gostariam de começar a ler fanfics, é o fanfiction.net. Um site americano legalizado, que foi criado em 1998 pelo estudante de programação Xing Li. Em 2004, uma média de 118 mil pessoas ao redor do mundo eram registradas nesse site, sendo que 80% delas são mulheres.

Por Rebeca Magalhães

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Escrito por Mayra Maldjian às 18h18

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Pelo Iron Maiden, tudo vale a pena

Fui ao show do Iron Maiden no sábado com três amigos. Chegamos por volta das 14h e a fila para a pista já beirava os 800 metros.

Na espera, entoávamos um “Ole, ole, ole, ole, Maiden, Maiden’’ na tentativa de diminuir a ansiedade. Já dentro do estádio do Morumbi, percebemos uma falta de respeito. A pista premium, que obviamente era a mais cara (R$ 350) era enorme, ocupando um espaço desproporcional à pista comum. Provocações entre setores continuaram a tarde inteira: “Ei, VIP, vai tomar no c...”

Como qualquer outro show de grande porte, sempre encontram-se erros. Não percebi a presença de policiais dentro do estádio. No do Metallica, há um ano, no mesmo local, havia muitos deles. E isso fazia falta em situações do tipo: um homem bêbado que não conseguia parar em pé e ficava empurrando todo mundo. Má organização dos responsáveis também era visível, que não conseguiam conter o empurra-empurra comum em show desse gênero musical.

O show do Cavalera Conspirancy não foi do meu agrado, já que não gosto da banda e não paguei R$ 95 para vê-la. Mas deu para animar. Muitas pessoas passaram mal no meio do show do Cavalera por razão do calor e do empurra-empurra, principalmente mulheres, que tiveram que ser socorridas pelos bombeiros.

O show do Iron começou às 21h com “Satellite 15...The Final Frontier” que introduz o novo CD homônimo. Foram quatro músicas do novo disco e grandes sucessos, como “The Number of the Beast” e, no ápice do show, “Fear of the Dark”. O show foi perfeito, esplêndido, mas não para todos. Muitos ao meu lado reclamaram de terem sidos roubados. Perderam carteiras, documentos e celulares. Acho que vi quem estava roubando, mas a pessoa foi rapidamente para o outro lado.
 
Show do Iron Maiden não é um show para qualquer um. É empurra-empurra o tempo todo, com um bafo de calor insuportável, sem contar uns e outros que se jogam nas pessoas querendo criar tumulto. Mas, Iron Maiden é Iron Maiden. Tudo isso valeu a pena no final. Um show inesquecível.

 


Por Rodolfo Vicentini

Escrito por Mayra Maldjian às 16h20

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Friday, Friday [2]

Já ouviu falar de Rebecca Black? Não? Pois é, Rebecca Black é uma cantora dos Estados Unidos, tem 13 anos o sonho de ser famoso e 90% de rejeição das pessoas que assistiram ao seu clipe.

Confesso que o clipe ficou ruim, mesmo ela tendo pago US$ 2 mil pra conseguir chegar “com tudo” na web. A musica é boa, dá para curtir. Acho que você deve estar se perguntando por que eu escrevi isso então, se ela é tão escrota assim.

Então, ela já ganhou mais de US$ 1 milhão. E mais: a pop star Lady Gaga disse em uma entrevista que ela é “um gênio e quem diz que ela é brega está falando merda”.

Nem bem chegou à web e já está mandando ver. Todo dinheiro arrecadado do clipe “Friday” será doado às vítimas do terremoto no Japão. A cantora espera receber no mínimo US$ 25 mil de vendas on-line e de visitas no Youtube.

Sua música foi já foi cantada pelo Nick Jonas e pelo Justin Bieber. Ela diz que Justin é um dos cantores que a influenciaram. Rebecca Black pediu um dueto com o cantor no programa “Good Morning America”.

Por Vítor Amaral

Escrito por Mayra Maldjian às 09h49

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Friday, Friday

Nas últimas semanas, as redes sociais explodiram com citações sobre Rebecca Black. Milhões de pessoas se perguntavam: o que é Rebecca?

Ao procurar por esse nome no YouTube se encontrava um vídeo chamado “Friday”. Era só dar o play que a música grudava na cabeça e fazia todo mundo rir.

Com uma letra, digamos, extremamente simples e boba, essa garota de apenas 13 anos conseguiu permanecer nos trending topics mundiais do Twitter desde o lançamento de seu vídeo (pode-se considerar um recorde). Em todo o mundo Rebecca Black é conhecida.

Seu sucesso, porém, veio devido à má qualidade de sua música. Com o uso excessivo de ferramentas que “mixam” e corrigem a voz, a garota virou motivo de piadas no mundo da internet. Milhares de “gifs” foram criados, pessoas xingavam a cantora no Twitter, o Tumblr bombou com fotos e imagens retiradas do clipe.

Mas de onde surgiu a idéia de fazer esse clipe?

Os pais de Rebecca (querendo realizar o sonho da filha de ser uma popstar) procuraram  uma empresa que se propõe justamente a criar estrelas pop usando o YouTube: a ARK Factory. O vídeo já ultrapassou o número de exibições do clipe “Born This Way”, da Lady Gaga, cerca de 40 milhões de pessoas já viram. O investimento de US$ 2 mil feito pelos pais já foi reposto. Com a grande repercussão de “Friday”, Rebecca já faturou muita mais do que isso.

Recentemente, ela anunciou que já está trabalhando em seu próximo single. Nos resta esperar para ver sobre o que será a nova música. Enquanto isso (querendo ou não) todo mundo fica na espera cantarolando: “It's Friday, Friday. Gotta get down on Friday. Everybody's lookin' forward to the weekend, weekend”.

Veja o vídeo:

Por Vinícius Costa

Escrito por Mayra Maldjian às 09h43

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