Blog do Folhateen

Grupo de Apoio

 

Não fique em casa nas férias

A regra é clara: não vale ficar em casa nas férias.

Se você não foi viajar, lembre-se de que São Paulo é uma cidade que oferece muitas opções de passeios bons, bonitos e baratos.

Ou até de graça, como é o caso da exposição "O Mundo Mágico de Escher", que uma parte do Grupo de Apoio do Folhateen foi visitar.

Assista ao vídeo desse passeio e aproveite a dica para conferir a mostra, que termina neste domigo, dia 17 de julho.

Endereço: CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil (r. Álvares Penteado, 112, centro, próximo às estações Sé e São Bento de metrô)
Horário: Terça a quinta, das 9h às 20h; sexta a domingo, das 9h às 23h

Por Grupo de Apoio do Folhateen

Escrito por Mayra Maldjian às 19h59

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Irmãos Coen

Não acredito que ainda não vi “Meia Noite em Paris”, o novo filme do Woody Allen.

Em compensação, tirei o fim de semana pra assistir dois filmes dos irmãos Coen (mais precisamente da fase em que só o Joel assinava a direção).

Pra quem não conhece, eles são os dois diretores por trás de “Bravura Indômita”, sucesso de bilheteria indicado ao Oscar de melhor filme.

O mais legal na obra deles é a profundidade que a história comporta, obrigando você a assisti-las mais de uma vez se quiser extrair tudo delas.



“O Homem que Não Estava Lá” (2001)




Tá, não quero atacar de crítico aqui. Mas, pra mim, dizer “adorei o filme, ele é demais” sem fazer nenhuma análise e justificar as afirmações não acrescenta nada pra quem lê. Então vamos lá.

É um filme noir, uma fotografia incrível que consegue resgatar a magia do preto e branco enquanto traz a inovação. E é estrelado pelo talentoso ex-marido da Angelina Jolie, o Billy Bob Thornto. Segue a lógica dos filmes dos Coen: você nunca sabe exatamente que rumo vai tomar a história.

 

“Barton Fink – Delírios de Hollywood” (1991)




Que final! Que final! Sem mais, acho que é um filme obrigatório pra qualquer um que gosta de cinema, ou dos irmãos Coen, ou dos dois. Segundo a dona Wikipédia, é a primeira grande obra deles, mas aí é subestimar demais Blood Simple, filme de 1984.



Fica a minha dica pra fazer de um dia chato e tedioso de férias se transformar em uma grande experiência, principalmente pra quem gosta de cinema.

Quem quiser se aprofundar, alguns links:

Museudocinema.com.br
Peliculaqueimada.blogspot.com
Telacritica.org
Cinecafe.wordpress.com
Abuscapelasabedoria.blogspot.com

 

Por Cauê Dias Batista

Escrito por Mayra Maldjian às 19h02

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A negação do fenômeno "Harry Potter"

É fácil entender que não é todo mundo que gosta de "Harry Potter". Afinal, todo mundo gosta de "Crepúsculo"? "Star Wars"? "Senhor dos Anéis"? Claro que não. Somos diferentes e, portanto, gostamos de coisas que outras pessoas podem não gostar. Porém, assim como nos exemplos anteriores, "Harry Potter" trouxe um papel fundamental na sociedade mundial. Não gostar é uma coisa, negar seu fenômeno é outra.

Começando pela literatura. Graças à saga, milhões de crianças ao redor de mundo tiveram vontade de ler.

Depois de crescerem, os leitores da obra de J.K. Rowling começaram a se interessar por outros livros, chegando até mesmo em gêneros diferentes da saga do jovem bruxo e de autores como Sthephen King, por exemplo. Certas pessoas cogitaram a ideia de ler o livro até mesmo em sua língua original como forma de estudo.

A influência cinematográfica é importante e significativa. É a franquia com o maior lucro da história do cinema, algo aproximadamente em torno de  6,4 bilhões de dólares -- sem contar esse novo filme. Além do investimento no avanço dos efeitos especiais, o dinheiro das bilheterias serviu para financiar grandes filmes da Warner Bros e lançamentos de mais filmes sobre mundos mágicos.

Chegando ao fim nas telas do cinema, nessa sexta-feira (15)no Brasil, e em diversas partes do mundo, "Harry Potter"-- querendo ou não -- é um dos acontecimentos mais marcantes da cultura dessa geração. E ainda não vai acabar. Há o parque, sites novos e quem sabe, num futuro próximo, a autora lance um livro novo sobre o mundo que fez a infância de milhões de crianças ao redor do mundo.

Não precisa gostar de "Harry Potter", porém ignorar sua importância é tolice.

Por Felipe Gonçalves Guimarães

Escrito por Mayra Maldjian às 12h52

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Dia do Rock

Jovens do grupo de apoio do Folhateen mostram o que é o verdadeiro rock para eles. Ouve aí!

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Já que hoje o dia é do rock...
(por MARIANA DAVID)

Eu não vejo sentido nenhum na existência do Dia do Rock. Se você gosta de rock, todo dia pode ser dia de ouvir rock.

No entanto, eu também acho que Dia das Mães é um dia comercial, mas não vou deixar de dar presente e lembrá-la de que eu a amo nesse dia --mesmo que eu também o faça em outras datas.

Então, vamos comemorar, já que isso não mata ninguém! E se hoje é o único dia que todos vão colocar o som no máximo pra ouvir rock, e não funk, eu acho é ótimo que o Dia do Rock exista.

Não vou escolher o meu rock preferido, porque até eu chegar a uma conclusão já seria o Dia do Rock do ano que vem. 

Separei algumas músicas que eu adoro. É uma lista clichê, de fato, mas se é rock, eu não consigo fugir do “classic”...

The Rolling Stones - "Drift Away"

 

Nirvana - "Come As You are"

 

Jimi Hendrix - "Hey Joe"

 

The Beatles - "Revolution"



 


Expressão e (muito!) barulho
(por Cauê Dias Batista)


Nenhuma das bandas atuais que eu escuto existiria sem o Velvet Underground. Pra mim rock não tem nada a ver com tocar pra milhões de pessoas ou com ter um visual diferente e muito menos com ter a melhor habilidade musical ou as canções mais complexas e difíceis de se tocar.

Pra mim rock é a vontade de colocar um sentimento e fazer dele uma musica, é superar as adversidades, o equipamento que as vezes não é perfeito ou até uma certa falta de técnica, em prol de conseguir se expressar. E acima de tudo, fazer muito barulho.

 

 


Dia do Rock: Jimi Hendrix
(por Giulia Cardozo Fontes)

Graças ao gosto musical da minha mãe, comecei a ouvir rock muito cedo. Beatles, Pink Floyd, The Doors, Rolling Stones, Deep Purple...

Essas e muitas outras bandas passaram a fazer parte do meu repertório (e das minhas manhãs, em que acordava com o som da minha mãe no último) antes mesmo da adolescência.

Mas foi só com 14 ou 15 anos que, assistindo a um documentário do Woodstock, conheci o poder da guitarra de James Marshall Hendrix, conhecido mundialmente como Jimi Hendrix.

Sua performance  de “Hey Joe” me deixou completamente apaixonada pelo seu som e eu sonho imaginando como seria ouvir essa (e outras músicas dele) tocadas ao vivo...

A partir daí fui atrás de sua discografia completa. “Purple Haze”, “Little Wing”,” Foxy Lady” e “Fire” estão entre as minhas preferidas.

Recomendo a todos que gostam do som de uma boa guitarra, independente de ser Dia do Rock ou não. Mas aproveitando a desculpa... dá um play e aumenta o som!

 

 

 


Rock é liberdade!
(por Rodolfo P. Vicentini)

O rock é a vontade. É uma forma de você sair de uma vida pacata para viajar em um mundo próprio. Balance a cabeça, o corpo, suba na cama, grite, faça o que bem entender...rock é liberdade!

Meu rock preferido é Whole Lotta Love do Led Zeppelin. Reparem na explosão sonora que é essa música. De alguma forma te anima. Ela é poderosa, sexy e dançante.

A guitarra de Jimmy Page surge forte, mostrando magia, junto com a voz psicodélica de Robert Plant. O solo,  então, meu Deus, derruba uma casa. Sinceramente, não tem como ser mais perfeito.

Ah, uma dica. Escuta esse música no som mais alto possível e viaje à vontade.

 

 


 

“God Save The Queen”
(por Carlos Alberto)

Sex Pistols, banda de punk rock dos anos 70, discriminados na época por suas letras polêmicas, usou essa música para demonstrar indignação ao comodismo da sociedade britânica, às pessoas sem opinião própria, que tinham seu governo como a única verdade.

 

 


 

Escrito por Mayra Maldjian às 16h02

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Uma festa de cultura

Na última quarta (6), fiz a viagem de formatura com o colégio para a cidade de Paraty. Nesse mesmo período em que ficamos lá, a cidade organizou a Flip (Feira Literária Internacional de Paraty). Com hotéis e pousadas lotados, até o camping em que ficamos --distante do centro-- estava bem movimentado.

Paraty tem um clima muito gostoso e aconchegante, seja pelas pracinhas e feirinhas, seja pelo povo hospitaleiro e praias lindas --principalmente a Paraty-Mirim. A viagem de escuna pelo litoral é maravilhosa, pois podemos mergulhar em alto mar próximas a praias desertas.

À noite, os barzinhos são ótimos para curtir com os amigos, mas é necessário uma boa espera, já que por causa da Flip estavam lotados. As baladas são excelentes e variam no preço. Dinhos’ Bar é um lugar simples, mas aconchegante, com boas músicas para dançar. Já o Paraty 33 é mais caro, com bandas ao vivo, que atraem várias pessoas bonitas.

O festival é bem organizado, espalhando cultura pela cidade toda e para todos as faixas etárias. As crianças se divertiram com histórias contadas em um teatro improvisado próximo à praça central da cidade, em que ao anoitecer ficava lotada com dançantes casais ao som de música ao vivo.

Os preços dos ingressos da Flip iam de R$ 10 a R$ 40. Infelizmente, eu não tinha ingresso para a Flip --estava louco para ir na tenda do João Ubaldo Ribeiro-- e os que restavam não me interessavam. Mas por sorte, descobri em uma área que chamavam de Flipzona, um festival de curtas muito interessante em que os jovens da cidade atuaram nos filmes e o próprio diretor comentava sobre os curtas.

Como ponto negativo do festival, vejo apenas a falta de policiamento, principalmente de madrugada, no horário de saída das baladas e barzinhos. Por recomendação dos professores, andávamos todos juntos. Por sorte, não aconteceu nada de mal.

Fica a dica para quem gosta de cultura e quer conhecer uma cidade maravilhosa e aconchegante. Ano que vem retornarei para a Flip, e, se tudo der certo, com ingresso em mãos e maioridade no RG.

Por Rodolfo P. Vicentini

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Escrito por Mayra Maldjian às 16h11

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Tão árabe, tão ocidental

IURI DE CASTRO TÔRRES, repórter do Folhateen, relata os bastidores da reportagem “Fãs da cultura ocidental, jovens sauditas defendem monarquia”. Leia abaixo:

*

Quando fui designado para escrever sobre o primeiro Fórum da Juventude Saudita-Brasileira, realizado entre os dias 26 de junho e 5 de julho em São Paulo, Manaus e no Rio, pensei que seria uma reportagem sobre os temas discutidos no encontro: urbanização de favelas, organização de grandes eventos e meio-ambiente. Ledo engano.

Uma das coisas mais legais do jornalismo é quando a ideia original de uma reportagem muda completamente durante a apuração. Logo no primeiro encontro com os 16 jovens que vieram do Reino da Arábia Saudita, uma monarquia riquíssima e cheia de restrições no Oriente Médio, vi que o foco teria que ser outro: uma nova juventude árabe.

O primeiro encontro com os jovens foi na USP (Universidade de São Paulo), onde participaram de debate com alunos brasileiros. Eles chegaram atrasados ao encontro, pois “perderam” muito tempo apreciando a arquitetura modernista de alguns prédios do campus.

Então, para descobrir um pouco mais sobre esses jovens, além de suas roupas caras e smartphones de primeira linha, fui acompanhá-los em um passeio à favela de Paraisópolis, que não aconteceu por uma falha de logística: o professor da USP que iria com eles não pôde e, por questão de segurança, eles acharam melhor não ir sozinhos.

A solução? Museu do Futebol! Os garotos e as garotas não reclamaram da mudança, pois são aficionados por futebol, que “é popular no mundo todo”, como comentou Abdalah al Hassan, 20. Entre fotos e dribles, as conversas (em inglês perfeito da parte deles) alternavam entre tradição e modernidade ±e com a indignação deles com o modo que a mídia internacional os retrata apenas como “extremistas” e “terroristas”.

Cheios de sonhos e de planos, sempre focados nos estudos e em suas carreiras, pareciam crianças vendo as fotos dos ídolos do futebol brasileiros --assim como também vibraram ao jogar com crianças carentes no morro do Cantagalo, no Rio, última parada da viagem. Em todos, um desejo: voltar logo ao Brasil e estender a cortesia, levando nossos jovens para um passeio na Arábia Saudita.

Por Iuri de Castro Tôrres

 

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Escrito por Mayra Maldjian às 17h33

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O dia em que Ronnie Von limpou minha calça

LUIZA TERPINS, colaboradora da Folhateen, conta sobre a entrevista que fez com o cantor e apresentador Ronnie Von para a seção "QUANDO EU TINHA A SUA IDADE" (leia aqui).

*

Cheguei na frente da casa e toquei o interfone:

- Hola?
- Oi, eu vim entrevistar o Ronnie Von.
- Hola?
- Oi, é  a Luiza, eu vim entrevistar o Ronnie Von.
- (silêncio).

Que ótimo, estou na casa errada, aqui deve morar algum gringo, pensei. Toquei mais uma vez pra confirmar, quando de repente um cara vestido tipo mordomo apareceu na porta. Perguntei se aquela era a casa do Ronnie Von, ele confirmou, eu me apresentei, ele abriu a porta da frente pra mim e me encaminhou até a sala, aonde pediu para eu aguardar.

No pouco tempo em que fiquei lá sozinha já deu pra comprovar que aquela pose de elegante que o Ronnie Von aparenta pela TV é totalmente verdadeira. A sala é cheia de objetos de decoração finos e obras de arte. E ele tem um mordomo, né? Quer coisa mais chique que essa?

Bom, estava lá testando o gravador, lendo algumas perguntas que eu já tinha me programado para fazer, quando escuto o tal mordomo falando de mim. Aí me virei e vi o dono da casa vindo em minha direção. “Oi, bonitinha, tudo bom?”. Pra quem não sabe, esse “bonitinha” equivale ao “gracinha” da Hebe. É tipo clássico, sabe?

O Ronnie Von é mega simpático –-e bem baixinho também. Me ofereceu água e café, e aos risos já emendou se eu queria um whisky ou vinho. Eu aceitei uma água, e ele mesmo foi na cozinha providenciar. Alguns segundos depois voltou com uma xícara de café na mão. “Quase levei o maior tombo agora. Minhas funcionárias estão lavando o chão, por pouco não escorreguei feio”, disse rindo. “Sua água já vem”. E não demorou para o mordomo chegar com uma bandeja na mão. Foi aí que eu perguntei ao Ronnie por que ele fala em espanhol. O cara é boliviano.

Daí começamos a entrevista. Expliquei sobre o que se trata a seção e ele começou a dar risada. “Minha juventude foi muito, muito, muito boa”, disse. Durante o papo ele falou bastante do Léo, seu filho de 24 anos. Assim como o pai, Léo também quer seguir o rumo da música, mas ele tem a vantagem de não sofrer preconceito por parte da família. “Meu pai, aquele que no início não aceitava de jeito nenhum me ver como artista, um dia, durante um almoço aqui em casa, me chamou e disse: não cometa com meu neto o mesmo erro que cometi com você. Deixe ele fazer o que quiser”, contou.

Descobrir histórias legais sobre ele também não foi difícil. Ronnie Von fala sobre tudo numa boa. Às vezes até dava pra reparar quando ele não queria falar muito no assunto, como quando perguntei que tipo de negócios sua família tinha. Ele só respondeu “banco” depois de soltar uma risadinha e pensar por alguns segundos. O mesmo aconteceu quando perguntei, logo no início da conversa, se sua família era muito rica. “Não gosto de usar a palavra rica. Prefiro dizer que nasci em uma família de recursos”, explicou.

Mas um dos pontos altos do papo foi sobre as mulheres que já passaram por sua vida. E pelo que disse, foram muitas. “Mas sempre fui homem de uma mulher só, viu? Até tentei ter duas, mas não consegui. Me sentia mal por elas”, disse. Quando começou a falar sobre as tais namoradas, parecia não ter fim. Era um tal de “ah, teve a fulana também” atrás do outro. E teve um caso triste. Ronnie contou que sua primeira namoradinha, que teve quando tinha 11 anos (a menina tinha 10), morreu na época em que namoravam. Ela tinha um problema do coração. “E aí, foi um grande trauma?”, perguntei. “Ah, foi, com certeza. Mas eu era muito novo, em alguns meses já estava com outra”, respondeu.

Um pouco antes de eu ir embora, estávamos vendo uns álbuns de fotos antigos, da década de 60 e 70, quando Ronnie começou a lembrar das “bonitinhas” com quem namorou. Ele disse que elas eram lindas, mas que já encontrou algumas delas e que mal as reconheceu. “Tem uma, nossa, que podia até ser minha mãe! Está parecendo uma velhinha!”, contou dando risadas e imitando uma pessoa de bengalas.

Quando já estava quase me despedindo dele e de seu assessor, que também estava por lá, fomos ver um de seus cachorros, a cadela Giulia, da raça Cane Corso. Ela é enorme, tanto que Ronnie diz que ela mais parece um cavalo do que um cão.

Giulia é superfofa, bem dócil, e ficou feliz da vida com o carinho que estava ganhando. Quando parei de tocá-la, no entanto, vi que ela tinha babado na minha calça. Ronnie ficou bem sem graça. “Essa cachorra baba muito! Mas vem cá que vou pegar um lenço pra você”. Fomos, então, para a cozinha. Lá ele pediu para uma de suas empregadas aqueles lenços umedecidos de bebês, e disse que sempre o deixa por perto exatamente para limpar as babas da Giulia.

Quando a empregada trouxe o pacote, eu estiquei meu braço para pegá-lo mas Ronnie me negou. Quando me dei conta ele já estava se agachando (!!) para limpar (!!) minha calça. Agora era eu que devia estar roxa de vergonha.

Depois disso nos despedimos. Ele também sairia em instantes para gravar seu programa na TV Gazeta.

Por Luiza Terpins

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Escrito por Mayra Maldjian às 17h20

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