Blog do Folhateen

Grupo de Apoio

 

Hélio "Guedes" se pronuncia!

O jornal português "i" conseguiu entrevistar Hélio Catarino, 27, astro do vídeo "Sai da frente, Guedes", que já tem bem mais de um milhão de views no YouTube (veja abaixo). Ele diz que, após a queda, ficou com "um bocado arranhado e com uma luxação no ombro" e que foi "praticamente a primeira vez" que andou de skate (é, deu para perceber). Um trecho interessante:

"E essa frase "Puto, o medo é uma cena que a mim não me assiste", é uma coisa que costumas dizer?
Não, foi espontâneo.

Então nunca tinhas usado "medo" e "assiste" na mesma frase?
Não, nem sabia que podia."

Veja mais aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/138446-sai-da-frente-guedes-vem-ai-o-helio-sem-medo

Escrito por Mayra Maldjian às 19h20

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Vídeo do ano? - "Sai da frente, Guedes!"

Sério candidato a vídeo do ano -ou pelo menos um daqueles virais que bombam.

Hélio, um gordinho português meio hipster, decide descer uma ladeira de skate. Toda sua confiança desaparece quando atinge certa velocidade e um carro quase o atropela.

A frase "Sai da frente, Guedes" já virou bordão na equipe do Folhateen.

O fim... Bem, confira aí embaixo. 

Dica: Assista com legendas, é muito mais engraçado!

Vimos no blog Trabalho Sujo.

Escrito por Iuri de Castro Tôrres às 15h10

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Os vampiros são mais interessantes em “True Blood”


Os atores Anna Paquin e Alexander Skarsgard em cena da série "True Blood"
Crédito:
Divulgação

Desde a ascensão de “Crepúsculo”, emissoras da televisão norte-americanas buscam aumentar a audiência ao aproveitar o interesse do público pelos seres dentuços.

É o caso da HBO, que conseguiu criar uma série moderna e superior à história de Bella e Edward e a do seriado “Vampire Diaries”: “True Blood”.

A história se passa na cidade fictícia de Bons Temps, nos EUA. Após a revelação dos vampiros para a sociedade, ocorre uma luta do governo e da igreja contra os direitos da sociedade vampiresca.

Embora a série possua um casal principal, a trama vai além do amor entre os dois, uma vez que os personagens coadjuvantes são tão importantes quanto os principais para a construção dos assuntos abordados.

A série é considerada uma das mais “pesadas” da televisão. Cenas de sexo, casais gays, polêmicas sobre direitos iguais, discussões entre conservadores e liberais, humor negro, mortes, estupros, momentos “trash” divertidos e drogas com sangue de vampiro são alguns exemplos do que a história da série é capaz de trazer de novidade, de aprofundamento e de discussão.

As temporadas são bem curtas, já que cada uma tem 12 episódios. Claro, quem conhece o histórico de Alan Ball --criador da série-- sabe que ele segue os mesmos passos que realizava em “A Sete Palmos”, incluindo mudanças radicais na quarta temporada.

Se você se interessou pela série, não pare no primeiro episódio. Assim como “Glee” e “Dexter”, “True Blood” não tem primeiros episódios excelentes, mas começa a se desenvolver até ficar brilhante na terceira temporada --a melhor até o momento.

Agora, só nos resta saber se a qualidade permanecerá na quarta temporada.

Por Felipe Gonçalves Guimarães

Visite o site do Folhateen!

Escrito por Mayra Maldjian às 15h04

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Eu já quis ser wicca

Bruno, 18, Natasha, 19, e Flávio, 19,
fazem ritual no parque Ibirapuera

Crédito: Alessandro Shinoda/Folhapress

A pré-adolescência, assim como os visuais inspirados na Blossom, é o tipo de lembrança que faz você querer “aparatar” direto para o mais fundo dos buracos, e nunca sair de lá.

Eu, por exemplo, admito: lá pelos meus nove anos, decidi que viraria wicca. Durou poucas horas. E tudo por culpa de um filme chamado “Jovens Bruxas”, modinha de 1996 entre a garotada.

Nele, quatro meninas se unem para adorar os deuses, evocar os poderes da natureza, mudar a cor do cabelo com uma mãozinha da magia... Economizar a grana do cabeleireiro parecia uma bela ideia na época.

Minha experiência com bruxaria não deu muito certo: eu e três amigas tentamos fazer uma magia para levitar pela sala, o que funcionou tão bem quanto enxugar gelo. No dia seguinte, a moda já era outra: fingir ser uma Spice Girl. Salto-plataforma gigante e maria-chiquinha, isso sim era cool! Ah, os anos 90...

Após longo castigo nos rincões da memória, minha breve carreira wicca voltou para me assombrar quando, na semana passada, decidimos que Harry Potter seria tema da edição desta semana do Folhateen.

Já esperando a chuva de tomates, admito: nunca fui fã do bruxinho. Até dia desses, seria capaz de confundir o elfo Dobby com o Gollum, aquele monstrengo do “Senhor dos Anéis”.

Com o fim da série logo ali na esquina, confesso que entrei no clima. Por isso, pode rir desta “trouxa” aqui, que só agora descubro o que todo mundo já sabia sobre a saga de J.K. Rowling.

Uma dessas coisas é a tal da carta de Hogwarts, que todo bruxinho espera ao completar 11 anos.

Propus, portanto, uma reportagem [publicada no Folhateen] em que encontrássemos a galera que se envolve com bruxaria na vida real --com ou sem cartinha trazida pelo correio místico.

Depois de fuçar nas redes sociais, encontrei três jovens dispostos a falar comigo: Natasha, Bruno e Flávio. Eles juram por deuses (são vários deles na cultura wicca) que, com o poder da magia, conseguem emprego para a vó e são capazes de fazer parar de chover. Para eles, é como se a natureza pudesse ser acionada por um controle remoto que os bruxos aprendem a manusear.

Escolher um nome pagão faz parte do rito de passagem do jovem wicca. O de Flávio é Leo Dianus, que significa “Leão de Diana”, referência a um deus da mitologia itálica antiga. Natasha prefere ser chamada de Prytania, “a senhora de toda magia”. Bruno ainda não escolheu o seu e atende mesmo pelo apelido, Booh.

Para entrevista mais fotos, eles sugeriram o Parque Ibirapuera, em São Paulo, onde alguns grupos de wicca costumam se encontrar uma vez por mês para celebrar a lua cheia, descrita como “pico energético”.

Fomos lá numa terça à tarde. A ideia era montar um altar igual aos usados nessas reuniões místicas. Os três carregavam mochilas com artefatos essenciais para o ritual wicca, como caldeirão, cálices, incensos, pedras místicas, velas e uma miniestátua da deusa Afrodite, que representa a deusa do amor.

Levaram, ainda, duas adagas afiadas, que simbolizam energia. Na hora, pensei: “Xiiii, espero que a segurança do parque não veja”. O trio riu e confirmou que volta e meia tem problemas para transportar o artefato.

Enquanto o altar vai sendo preparado para as fotos, algumas pessoas olham estranho. “Já estamos acostumados”, dizem Natasha, Bruno e Flávio --ou melhor, Prytania, Booh e Leo.
 
Nesse momento, olho para o céu e vejo o céu azulão. E lá se vai meu plano de propor um “test-drive” a Natasha, a que diz ser capaz de parar a chuva.

Por Anna Virginia Balloussier, repórter do Folhateen

Escrito por Mayra Maldjian às 21h13

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Eric Clapton: ingresso suado

Hoje, a partir da 0h, começou a venda dos ingressos na internet para o show do Eric Clapton.

Cheguei na bilheteria oficial, no estádio do Morumbi, por volta de 9h30. Ou seja, meia hora antes do início das vendas.

A fila era grande, mas nada assustadora. O sol castigava os fãs do guitarrista, que esperavam, assim como eu, apreensivos pela compra dos ingressos, uma vez que, assim como na época do show de Paul McCartney, as chances de tudo acabar rapidamente eram altas.

Curiosamente, os primeiros da fila não eram fãs. Isso era óbvio. Os primeiros da fila eram os cambistas. Lindo isso, não é? Cerca de dez cambistas estavam na fila e conseguiram comprar ingressos antes de todos.

Passada uma hora do ínicio das vendas, um indivíduo da organização comunicou a todos que os ingressos de meia-entrada para a cadeira Ourocard, que custavam R$ 325 cada, tinham acabado.

Depois de mais meia hora na fila, fomos comunicados que a meia para setor A (R$ 500), setor B (R$ 400) e setor C (R$ 300) também havia acabado. Impressionante. Imagina só a minha alegria...

No fim, gastei R$ 500 de minha poupança (já que para esse show eu teria que pagar minha entrada) e fiquei na fila sob um sol matador por duas horas para uma dezena de cambistas levarem meus ingressos com eles.

Uma salva de palmas para a Livepass, responsável pela venda dos ingressos e para aqueles, que como eu, adquiriram suas entradas de forma suada. Um ótimo show do mestre da guitarra.
 

Por Rodolfo P. Vicentini

 

Visite o site do Folhateen!

Escrito por Mayra Maldjian às 15h51

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Um vilão no Rio

Tom Felton, o vilão Draco Malfoy de "Harry Potter", no hotel Copacabana Palace, no Rio

Crédito: Pedro Carrilho/Folhapress

 

A missão da semana era acompanhar a pré-estreia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” e entrevistar o ator Tom Felton, que interpreta Draco Malfoy nos filmes. Malas prontas, destino Rio de Janeiro.

 

Logo na chegada ao hotel, ao lado do Copacabana Palace, onde o ator estava hospedado, vi uma horda de adolescentes vestidos a caráter. Estavam à espera de um tchauzinho do moço, que logo apareceu na varanda e cumprimentou os fãs.

 

Mais à noite, 600 membros de fã-clubes descolaram ingressos para uma sessão especial no morro da Urca. Para chegar lá em cima, mandaram o feitiço “wingardium leviosa” e fizeram o bondinho subir.

 

Antes da chegada de Tom, tiveram que aguentar um “esquenta” do ator Bruno de Lucca, que fez piadas e incentivava o histerismo das fãs, dizendo que o Felton já estava chegando. O que mais chamou a atenção foi o capricho nas fantasias (tinha de Olho-Tonto Moody a Dumbledore, passando por Lord Voldemort e torcedores de Quadribol) e o choro dos fãs que não tinha ingresso (no maior “fair-play”, davam incentivo a quem subia, mesmo em meio a lágrimas).

 

No tapete vermelho, Felton distribuiu vários autógrafos, posou para fotos e, como é tradição, segurou uma bandeira brasileira. De presente, levou para casa uma varinha dada pelo programa “Pânico na TV”.

 

O dia seguinte seria de maratona de entrevistas. A do Folhateen foi às 11h50. Segundo os assessores, “com pontualidade britânica”. Por sorte nossa, começou um pouco antes. As regras: 20 minutos (“nem um segundo a mais”), sem fotos durante a conversa e sem pedidos pessoais. O repórter acabou ficando seu um autógrafo ou uma foto com o Tom.

 

Muito simpático e piadista –com aquele humor britânico que adora rir de si mesmo- Felton respondeu a todas as perguntas, sem maiores problemas. Durante o papo bebeu uma Coca-Cola (que agradeceu com um bom “obrigado” em português) e pareceu relaxado.

 

Mais baixo do que aparenta (cerca de 1,75m) e bem bronzeado, Felton parece mais velho do que seus 23 anos (tem até umas rugas!). Os olhos são bem claros, assim como seus dentes. Já os cabelos são de um loiro discreto.

 

Na sessão de fotos, não tirou as mãos dos bolsos. E pediu que o fotógrafo avisasse quando fosse fotografar, para evitar que saísse de olhos fechados.

 

Tudo terminado, Tom pediu cinco minutos para seus assessores antes da próxima entrevista. Foi para a varanda, pegou outra Coca, ficou de cócoras e acendeu um cigarro, olhando para a praia de Copacabana.


Por Iuri de Castro Tôrres, repórter do Folhateen

 

Visite o site do Folhateen!

Escrito por Mayra Maldjian às 20h04

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Aqueça seu inverno (e suas férias)

Frio, muita neblina, arquitetura europeia antiquada, uma locomotiva velha...

Parece filme de terror, mas essa é a realidade do vilarejo de Paranapiacaba, na cidade de Santo André, uma pequena vila na serra do mar fundada por ingleses na segunda metade do século XIX, com o objetivo de abrigar os trabalhadores da São Paulo Railway Company que construíam uma estrada de ferro ligando o porto de Santos à cidade de Jundiaí.

A vila é pacata e serve como ponto turístico, mas existe um evento que há onze anos “aquece o inverno local”. É o Festival de Inverno de Paranapiacaba.

Nesta edição, há nomes consagrados: Milton Nascimento, Lenine e Pato Fu se unem a expoentes da cena musical, como Marcelo Janeci, Mombojó e Cidadão Instigado. Gostou?

A “festança” começou no último sábado (16/7) e vai até 31, mas é importante saber que as comemorações só ocorrem nos finais de semana. Se você se interessou e quer saber um pouco mais basta entrar no site do evento.

Por Ronaldo Vitor da Silva

 

Visite o site do Folhateen!

Escrito por Mayra Maldjian às 12h12

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Blog do Folhateen O Blog do Folhateen é o espaço de interação da seção publicada no caderno "Ilustrada", às segundas-feiras, e escrito pelos jovens que fazem parte do grupo de apoio.
Twitter RSS

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.